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quinta-feira, 11 de maio de 2023

Conheça os verdadeiros ‘tubarões’ das isenções fiscais dos recursos federais


Um dos temas que deverá ser enfrentado pelo Congresso Nacional quando discutir os projetos de Reforma Tributária será o da concessão de isenções fiscais e regimes tributários diferenciados.

O assunto coloca a Zona Franca de Manaus no centro da polêmica, mas as empresas instaladas na capital amazonense estão longe de serem as únicas a contar com incentivos fiscais.

De acordo com analistas da Câmara e do Senado Federal, as benesses tributárias representarão, em 2023, um montante de R$ 456 bilhões no Orçamento Geral da União, o equivalente a 4,29% do Produto Interno Bruto do País (PIB). A ideia é reduzir as isenções fiscais para 2% em oito anos.

Deste montante (R$ 456 bilhões), a Zona Franca de Manaus aparece nas planilhas como responsável por 12% do total de isenções fiscais, o que representa uma renúncia de R$ 47 bilhões, o segundo maior porcentual de renúncia fiscal do País, atrás das empresas que aderiram ao Simples Nacional, que levam o dobro (R$ 100 milhões) do montante de benefícios auferidos pelas mais de 500 empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus.

Economistas e políticos elencam uma série de argumentos para defender as isenções fiscais do modelo Zona Franca, desde a preservação da floresta, a geração de empregos (mais de 100 mil no ano passado) até o fato de que, mesmo com isenções, o Estado está entre os sete do País que mais pagam impostos federais e recebem menos investimentos.


“O Amazonas pagou mais de R$ 22 milhões em impostos federais no ano passado, mas não recebeu nem R$ 10 milhões em investimentos da União”, compara o economista Serafim Corrêa, ex-deputado estadual e ex-auditor da Receita Federal, um dos maiores especialistas em Zona Franca.”

Os verdadeiros tubarões das isenções

Ao contrário da Zona Franca, cujos incentivos estão previstos na própria Constituição e só trazem benefícios para o País, principalmente na questão ambiental; dois setores que não aparecem no ranking das isenções fiscais elaborado pela Câmara e Senado são verdadeiros tubarões na hora de conseguir incentivos fiscais: a indústria automotiva, com sua cadeia de componentes, e o setor de defesa.

Ambos são setores que geram valores negativos: poluem e matam.

O setor automotivo é comtemplado com isenções fiscais e regimes tributários diferenciados em duas leis: o programa Rota 2030, descrito na Lei 13.755, substituiu o antigo programa Inovar-Auto; e a Lei do Bem.

Essas duas legislações concedem regime diferenciado de tributação do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), além de garantir incentivos não fiscais, como por exemplo acesso direito a linhas de financiamento “camaradas” da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep)

“A União criou um modelo de desenho institucional altamente favorável às empresas do setor automotivo e regimes especiais de incentivos fiscais, que preveem o atendimento de
contrapartidas a sua concessão. No entanto, o setor é, ainda, agraciado com outros
incentivos fiscais extra regimes especiais”, escrevem os pesquisadores Simone Bento Cirilo, Giovani Orcid e Leonardo Corrêa em artigo científico (“O desenho institucional das políticas industriais: incentivos fiscais concedidos ao setor automobilístico e suas contrapartidas”) no qual analisam as benesses tributárias ofertadas por União, Estados e Municípios as montadoras de automóveis.

De acordo com as estimativas, com todas essas isenções fiscais e extrafiscais o setor deixou de pagar R$ 69 bilhões em impostos e contribuições entre 2020 e 2021.

Defesa e armas

O complexo industrial da defesa foi beneficiado com isenções fiscais pela lei 12.598/12, que criou o Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa (RETID) e decorrente dessa lei veio toda uma legislação complementar, a saber:

  • Decreto 7.970, de 28 de março de 2.013;
  • Decreto 8.122 de 16 de outubro de 2.013;
  • A Instrução Normativa RFB nº 1.454, de 25 de fevereiro de 2014;
  • A Instrução Normativa RFB nº 1.501, de 29 de outubro de 2014;
  • A Instrução Normativa RFB nº 1.644, de 30 de maio de 2016

Além das indústrias, o setor componentista do complexo também é beneficiado com regime tributário diferenciado e mais isenções fiscais.

Assim, empresas que fornecem para a indústria de defesa podem desonerar até 70% da alíquota de impostos, incluindo PIS, Cofins e IPI.

No total, a estimativa mais conservadora fala em isenções fiscais nesta área da economia de até R$ 50 bilhões.

Apesar destes montantes expressivos de renúncia fiscal, isenções e desonerações tributárias, tanto o setor automobilístico quando o de defesa não aparecem no ranking dos maiores beneficiados com renúncia fiscal elaborado pela consultoria de Senado e Câmara Federal.

“O Amazonas tem que se defender, porque em Brasília – e até aqui no Amazonas mesmo – as pessoas desconhecem completamente o modelo Zona Franca e os benefícios que ele traz para a economia, para o meio ambiente e o conjunto da nossa sociedade”, diz o ex-superintendente adjunto da Suframa, Gustavo Igrejas.

fonte: https://realtime1.com.br/economia-e-negocios/conheca-os-verdadeiros-tubaroes-das-isencoes-fiscais-dos-recursos-federais/ 

 

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Como a Indústria 4.0 pode aprimorar as práticas Lean.



COMO A INDÚSTRIA 4.0 PODE APRIMORAR AS PRÁTICAS LEAN.
O cenário industrial global mudou profundamente nos últimos anos e o conceito indústria 4.0 surgiu, sendo possibilitado por sucessivas inovações destrutivas e desenvolvimento tecnológico que transformaram os processos de fabricação. Esse conceito está sendo apontado como a quarta revolução industrial que abrange um conjunto de novas tecnologias que estão moldando a visão de fabricação futura. No entanto, a produção enxuta é uma abordagem de fabricação amplamente usada que traz vários benefícios para as organizações. Apesar de a pesquisa entre a Indústria 4.0 e a produção enxuta estar sendo pesquisada nos últimos anos, os impactos resultantes da implementação de novas tecnologias em práticas enxutas estabelecidas não são claros. O objetivo deste estudo, que consiste em uma revisão sistemática da literatura, é avaliar como essas tecnologias destrutivas emergentes podem aprimorar as práticas enxutas e analisar seus impactos e benefícios para as organizações que estão caminhando em direção a esse novo paradigma industrial.

ANÁLISE CRÍTICA E PRINCIPAIS CONCLUSÕES
A revisão sistemática da literatura relatada neste estudo está focada em como as tecnologias ativadas pelo I4.0 podem aprimorar as práticas Lean. O objetivo é entender o relacionamento entre I4.0 e Lean, bem como avaliar como a implementação dessas tecnologias pode melhorar as práticas Lean. Dos 128 artigos publicados entre 2015 e 2018 identificados inicialmente, apenas 54 foram considerados relevantes para este estudo. Desses 54 estudos publicados, 55% dos artigos propõem metodologias relacionadas ao uso das tecnologias I4.0 em ambientes Lean, 32% são basicamente revisões e pesquisas de literatura, enquanto os 13% restantes dependem de estudos de caso. Pode-se argumentar que a grande maioria dos trabalhos publicados é baseada em propostas, pesquisas ou revisões de literatura. Alguns estudos são realmente baseados em resultados obtidos em aplicações industriais. A contribuição deste estudo se baseia no estudo de como as tecnologias I4.0 podem beneficiar as práticas enxutas. Apresenta um resumo de quais tecnologias I4.0 afetam e suportam quais práticas enxutas. O CPS (Cyber-Physical System) é referido por vários autores como uma tecnologia que pode ser efetivamente usada para aprimorar as práticas Lean. O CPS fornece dados em tempo real que podem ser usados ​​para fornecer feedback visual instantâneo em relação ao desempenho (KPI) e fornecer transparência e melhor comunicação entre as partes interessadas da produção. Essa tecnologia pode ser útil para simplificar o uso dos sistemas Andon e e-Kanban, além de outras técnicas de controle de fluxo de tração de produção. O Pull Flow é um princípio chave do Lean. Em relação à manutenção, o CPS pode coletar dados sobre as necessidades de manutenção e enviar automaticamente sinais para a equipe de manutenção. O sistema Smart Jidoka para reduzir a variabilidade e os erros do processo também é referido como exemplos de soluções Lean aprimoradas pelo CPS.

Tabela. Ferramentas Lean suportadas pelas tecnologias Industry 4.0

Fonte: Article How Industry 4.0 Can Enhance Lean Practices.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Industria 4.0 no Brasil


Fonte: Ministério da Industria, Serviço e Comércio

01INDÚSTRIA 4.0

As 3 primeiras revoluções industriais trouxeram a produção em massa, as linhas de montagem, a eletricidade e a tecnologia da informação, elevando a renda dos trabalhadores e fazendo da competição tecnológica o cerne do desenvolvimento econômico. A quarta revolução industrial, que terá um impacto mais profundo e exponencial, se caracteriza, por um conjunto de tecnologias que permitem a fusão do mundo físico, digital e biológico.
Para continuar a leitura acesse aqui o link

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

7 benefícios da automação de processos


A competitividade no mercado é acirrada. Em grande parte dos setores, as empresas concorrem pela atenção e preferência do cliente. E para conseguir atingir o alvo é preciso produzir mais, em menos tempo, com custos menores e com qualidade ainda melhor. Mas como fazer isso? Com a automação de processos, que traz vantagens para cumprir todas essas metas.

Automatizar processos nada mais é do que racionalizar e otimizar as atividades que geram os resultados de uma organização. Seu principal objetivo é "enxugar" a produção: reduzir o trabalho e o tempo utilizado para a execução, diminuir custos e substituir tarefas manuais por aplicações de software.

A automação alia tecnologia da informação e o gerenciamento de negócios para otimizar resultados e contribuir para o alcance de objetivos globais. Quando implementada, ela garante, de forma geral, uma produção mais rápida, que faz com que o cliente fique mais satisfeito com o recebimento de sua mercadoria ou serviço em um prazo menor. Por dentro do assunto:Descubra com a TOTVS como aplicar a transformação digital no seu negócio Patrocinado 

Além disso, a qualidade é garantida, pois, em um sistema racionalizado, a quantidade de erros é menor (ou eles são corrigidos com mais facilidade) e o aperfeiçoamento da técnica favorece a redução de custos, já que tanto a diminuição de tempo quanto a menor incidência de erros poupam recursos. Finalmente, como a economia faz parte dos processos, o lucro é maior.

Para esclarecer ainda mais como a automação de processos pode contribuir para os negócios, listo algumas vantagens específicas:

1) Fácil acesso e circulação da informação - Substituir atividades manuais por um software específico só traz benefícios. Com essa troca, as informações usadas pelo sistema ficam disponíveis a todos os setores da organização e é possível evitar que um departamento dependa do compartilhamento de dados realizado por outro. A consulta de informação é simplificada e as falhas de comunicação são minimizadas. 

2) Diminuição de custos de produção - Além de promover um processo mais racional e facilitar a correção de erros na medida em que eles aparecem, a automação gera economia considerável e reduz todo tipo de desperdício: de tempo, de dinheiro, de esforços e de recursos. Uma automação detalhada é capaz de mapear os processos e identificar tanto os pontos de ineficiência e desperdício quanto os gargalos que atrasam a produção. E as correções feitas a partir desses dados maximizam os resultados.

3) Gestão segura e eficaz – A racionalização e a transparência dos processos, assim como a disponibilidade das informações organizadas em uma única plataforma, oferecem aos gestores uma visão mais abrangente do funcionamento da organização. A partir dessa nova perspectiva, a capacidade de compreender e integrar os processos internos e externos é ampliada, já que as decisões a serem tomadas passam a se basear em um escopo de conhecimentos mais efetivo.

4) Redução do tempo de trabalho – O tempo para a realização das tarefas é reduzido substancialmente, assim como a necessidade de realizar atividades puramente burocráticas ou manuais. Além disso, os colaboradores podem focar seus esforços em suas reais funções.

5) Novos investimentos em prospecção – Com a redução dos custos de produção, a empresa pode destinar seus recursos à conquista de novos clientes. Porém, ao mesmo tempo em que a automação de processos permite que isso aconteça, ela reduz a necessidade de investir em grandes ações de marketing. Parece contraditório, mas é simples: ao produzir mercadorias ou serviços de forma otimizada, a empresa consegue oferecer ao mercado um produto de melhor qualidade, preço mais acessível e entrega em um prazo mais curto. O resultado disso? A satisfação do cliente. E consumidor satisfeito, como se sabe, não apenas traz retorno, mas, principalmente, indica o serviço ao seu círculo de influência. Assim, a empresa "ganha" uma propaganda boca a boca eficiente.

6) Maior competitividade – Processos racionalizados e documentados facilitam a revisão permanente e, como consequência, os processos são aperfeiçoados. Fica mais fácil fazer alterações para agilizar a produção ou incorporar novas tecnologias. Isso leva à criação de um ciclo de aperfeiçoamento–avaliação–aperfeiçoamento. Além de atender o consumidor com mercadorias ou serviços de qualidade superior, a empresa desenvolve uma excelente reputação no mercado. O resultado é o aumento da lucratividade.

7) Governança – Automatizar os processos de compras garante que todas as ações realizadas estejam em conformidade com as normas estabelecidas pela companhia. Tudo o que é feito no ambiente digital de uma plataforma eletrônica fica registrado para consulta posterior em um histórico, também usado para futuras auditorias.

Texto: Marcos Roig - Gerente comercial do Mercado Eletrônico
fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/7-beneficios-da-automacao-de-processos/120576/

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Nova Resolução para P&D é publicada no DOU


Agora, os projetos apoiados dentro dos programas prioritários e transformados em startups, caso sejam vendidos ou tiverem investimentos de fora, parte do recurso volta para as empresas apoiadoras.

Leia mais no link: Acesse aqui...

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Quem liderará a quarta revolução industrial?



Os avanços tecnológicos na prototipagem, engenharia avançada , fabricação de aditivos e logística estão revolucionando a fabricação em uma velocidade incrível, razão pela qual as soluções Sketch-to-Scale ™ estão se tornando cada vez mais necessárias para competir no mercado global de hoje.

Leia esse artigo completo no link ao lado: Click aqui

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Facebook desativa inteligência artificial que criou linguagem própria

Um grupo de pesquisadores do Facebook desativou uma inteligência artificial que deixou de falar em inglês e desenvolveu uma linguagem própria para se comunicar. A informação foi publicada hoje pelos sites Independent e Digital Journal
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Fonte: Olhar Digital